quinta-feira, 29 de março de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
| Rio Paivó - Farejinhas |
Os rios
Nasce uma fonte
Rumorejante
Na encosta de um monte,
E, mal que do seio
Da terra brotou,
Logo o seu veio,
Transparente
E diligente,
Buscou e achou
Mais baixo lugar.
Ao brotar da dura frágua,
E uma lágrima de água…
Que um destino bom impele,
Encontra pelo caminho
Um outro que é como ele…
Reúnem-se, fundem-se os dois,
Prosseguem de companhia,
E fica dupla depois
A força que os leva e guia…
Junta-se aos dois um terceiro,
Outros confluindo vão,
E o regato é já ribeiro,
E o ribeiro é rio então…
Caminha sem descansar,
Circula através do mundo…
Até à beira do mar
Omnipotente e profundo…
Augusto Gil
Clique para ver:
domingo, 12 de fevereiro de 2012
No trilho dos "Moinhos do Paivó"
"Moinho Ferreiro - Rio Paivó (Farejinhas)"
Quem não se lembra de na escuridão da noite ver passar um vulto, pelos caminhos da aldeia, com um saco às costas e uma "candeia a petróleo" na mão.
Esse vulto que percorria os caminhos escuros, era tão simplesmente o agricultor que levava o milho para moinho. Esse, que depois de moído, dava a farinha da qual se fabricava a saborosa "broa de milho".
Quantos "alqueires" de milho não terão passado pelas mós dos "nossos majestosos moinhos"!!!
Vejam o estado de degradação em que se encontram e quem os vê, como deve lembrar com tristeza e saudade, as histórias daqueles tempos em que ainda se ouviam os lobos a uivar na escuridão da noite.
Clique no link para ver o resto das fotos:
https://picasaweb.google.com/106380012577127831750/MoinhoFerreiro12022012?authuser=0&feat=directlink
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